Fidelizar cliente custa até 5 vezes menos que conquistar um novo: por que poucos negócios fazem isso

Reter um cliente que já comprou custa até cinco vezes menos do que conquistar um cliente novo, segundo o especialista em vendas Sérgio All, em entrevista ao Times Brasil. Clientes recorrentes também gastam, em média, 67% a mais ao longo do relacionamento do que quem compra pela primeira vez. Mesmo assim, a maioria dos negócios locais concentra quase todo o esforço comercial em atrair gente nova e esquece de quem já é cliente.
O que a recompra vale, em números
Depois da terceira compra, a chance de o cliente voltar a comprar pode chegar a 62%, segundo o mesmo levantamento. No e-commerce, a taxa média de recompra fica em 28,2%, e passa de 40% nas operações mais organizadas. Outro dado chama atenção: 71% dos clientes esperam algum tipo de contato personalizado depois da compra, como uma pesquisa de satisfação ou uma oferta pensada especificamente pra eles.
Isso tudo é dinheiro que já está dentro de casa. Dá pra buscar esse resultado sem campanha nova e sem gastar mais com tráfego pago, porque o trabalho pesado de convencer um desconhecido já foi feito. Basta continuar a conversa que já começou.

Por que esse dinheiro fica na mesa
Pega o caso de uma corretora de seguros. A apólice do cliente vence todo ano, mas esse lembrete costuma morar só na cabeça de quem atende, sem processo por trás. O corretor lembra perto do vencimento, às vezes depois dele, e nesse meio tempo o cliente já recebeu cotação de outra corretora e trocou. A informação de quando renovar estava disponível desde o dia da primeira venda. Faltou só um lugar pra essa informação morar.
É o mesmo problema em negócios bem diferentes: uma clínica de estética que não lembra o paciente do retorno do procedimento, uma escola de idiomas que não liga quando o aluno se matricula só num semestre, uma marcenaria que entrega o móvel e nunca mais aparece pra oferecer o próximo ambiente. O atendimento até a primeira venda funciona. Depois dela, para.
A Way trata o cliente que já comprou com a mesma atenção que trata um lead novo. O CRM organizado guarda data de renovação, histórico de compra e motivo do último contato, pra ninguém esfriar por esquecimento.
Fazer o cliente voltar não depende de sorte
O especialista ouvido pelo Times Brasil recomenda usar funil de vendas ou CRM pra programar lembretes de contato, em vez de depender da memória de quem atende. Faz sentido: memória falha, agenda lotada atropela boa intenção, e o cliente satisfeito que ninguém procura de volta vira estatística de churn sem nunca ter reclamado de nada.
Um processo de pós-venda simples cobre três pontos: um contato pra saber se o cliente ficou satisfeito, não só se recebeu o produto; um script de abordagem pra quando chega a hora certa de oferecer a próxima compra ou renovação; e um registro de tudo isso em algum lugar que não dependa de ninguém se lembrar sozinho.

O que muda quando existe esse processo
É aqui que o processo comercial que a Way monta faz diferença: o funil de vendas e o acompanhamento não terminam no fechamento. Eles continuam depois, com prazos de retorno definidos e um script adaptado pra quem já é cliente, pra cada renovação ou nova compra passar pelo mesmo cuidado que a primeira.
Tráfego pago traz gente nova pra conhecer o negócio. Quem já comprou já está convencido: falta lembrar essa pessoa na hora certa, com o motivo certo. Se seu negócio tem cliente que comprou uma vez e sumiu do radar, vale olhar pros serviços da Way e entender onde esse acompanhamento pode entrar. É só falar com a Way.
Isso está acontecendo no seu negócio também?
Se o tráfego já traz gente e o faturamento não acompanha, o problema costuma estar no processo comercial, não na campanha. A Way analisa sua situação e mostra onde estruturar isso.
Quero falar com a Way